Não quero essa surrealidade

23.10.17


Primeiro-ministro francês diz que a nação deverá aprender a conviver com ameaças, assim como Israel. Por aí, apenas constata-se algo que já vem sendo dito faz algum tempo.

Uma surrealidade está sendo construída para manutenção de uma elite hipócrita e imoral, que se alimenta e vive melhor, quanto mais desacreditados estejam, os que sobrevivem ao falido sistema.

Sistema preparado para criação de vazias necessidades e de mergulhos no egoísmo. Tornando pessoas em maquinetas de seletiva opinião, que não observam a unidade indestrutível da embarcação cósmica.

Veneno lançado, torna-se corriqueiro acreditar em retratos de um mundo perfeito, criados especificamente para cada classe, uma diferente da outra segundo pesquisas compradas, codificadas de A à Z, podendo ainda tornarem-se alfanuméricas. Questão de carteira de clientes. Você pode valer algo ou não, dependendo do que tem para oferecer.

Estes retratos, comercializados pela elite imoral e acovardada nas sombras, vai alimentando o ciclo da inferior sintonia porque encontra receptividade. Portanto, não há anjinhos viu?!

O que intriga é que vivemos o mundo fora destes retratos. Independente de qualquer classificação civilizatória, não propriamente civilizada, menos ainda evoluída.

O mundo das imperfeições também é manipulado. Ele antes de ser entregue para a "clientela", sofre perturbações em diversos níveis, somado com as mazelas humanas naturais do estágio evolutivo, inclui outras, construídas em palácios e estúdios. Até que não mais seja sustentável e resulte em explosões e rajadas de metralhadoras. Reações sociais de estágio terminal.

É um jogo bizarro, cruel e feito para que não tenhamos alternativas. Se deleitam os verdugos.

Mas há alternativas sim. Precisamos perceber que vivemos a agonia de um mundo imperfeito, para seres imperfeitos, que querem fugir de tudo o que possa arrebentar este ciclo. Mas não há mais tempo para covardia e a regeneração vai acontecer.


O recomeço é natureza em seu esplendor.

Precisamos decididamente levantar o pescoço e perceber a construção real do progresso, que nunca deixou de existir.

Uma vez despertos e fora de retratos exteriores, faremos renascer no nosso íntimo as telas brancas, prontas para novas criações, livres de amarras venenosas criadas na base no eu e mais ninguém.
Não há mágica e tudo passa pelo espelho da nossa consciência.

Podemos aceitar os apelos dos governantes fantoches ou deixá-los com os seus retratos superficiais nas mãos, para que pintem as ilusões que desejarem.

Como estas que nos querem fazer acreditar, de que é normal viver num mundo dividido.

Definitivamente não é. Diferenças existem e que bom ser assim, mas a comunidade é planetária.
O que há é ação e reação.

Passou da hora de se construir pontes ao invés de muros. De preferência, com boas fontes de de estudos para se perpetuar a história necessária.

Essa surrealidade vai evaporar. Ficará aquela que nos aproxima de outros sistemas, os planetários...os galácticos.


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