Encontros e desencontros até uma praça qualquer em alguma galáxia

30.7.17


Não fico a imaginar o início do que chamamos de existência. O que hoje sustenta-me como base do que virá é uma energia amorosa a correr por minhas veias, sussurrando que não há fim para a verdade da vida, entre topadas e antissépticos.

Entre tantas diferenças aqui estamos. Seres-humanos buscando dialogar de alguma forma, em um exercício diário e enriquecedor, desde que se construam pontes ligando os universos existentes, dentro de cada um de nós.

Não é das mais agradáveis tarefas a de observar manifestações daqueles que além de não buscar esta construção, propõem esforços para destruí-las, como se fosse possível interromper o plano natural da existência.

Este plano é o de progredir. Todos.

Este objetivo não cabe somente em estudos científicos e muito menos religiosos ou filosóficos. Isto porque é antes de tudo uma manifestação natural de algo muito além - por hora - de nossa compreensão.

Talvez seja por isso os ruídos, quando pessoas se propõem a sair da ilusória materialidade. Ocorrem taxações em cadeia procurando subjugar os construtores.

Estes engenheiros anônimos na Terra ainda não dominam todas as técnicas. Cada qual com suas coordenadas e cálculos a projetar todo tipo de construções. Eles não podem ir além de uma capacidade momentaneamente deficitária para levantar rotas digamos, planetárias.

O que há nestas mentes progressistas é uma humilde certeza. A de que uma frequência apaziguadora sutilmente passa pelo consciente de cada um. Do inconsciente então muito mais.

Estas ondas multiplicam-se e moldando-se em mensuráveis realizações, vão se apresentando de múltiplas maneiras.

Do lado dos que remam contra esta corrente, também esta energia branda transita. Mas ao invés de reconhecê-la, estes se assustam com sua força e com sua verdade silenciosa.


"Tipo uma colação de grau entre uma nebulosa e outra. Um encontro entre os acadêmicos da universidade do infinito."

O campo para ações dos construtores é enorme. Pontes, viadutos, estradas, ferrovias, canais, não importa. O que se necessita é de vias para se fazer chegar uns aos outros, para encontros memoráveis.

Uns podem mais e outros menos. Sem desmerecimentos. Pelo contrário. São ritmos diferentes que se cruzaram nesta etapa. Uns para ensinar e outros para aprender em ponto específico.

Sem crise.

A matéria-prima existe de sobra. Está em tudo. Inclusive nos espaços escuros do esquecimento. Muitos relutam, mas é exatamente nestes espaços que entre topadas, quedas e dor, a vida se apresenta em dimensões mais generosas.

Custa aprendermos que nada no universo fica sem reparação.

Psiu...aqui umas palavras no pé do ouvido. Reparação é um dos maiores afagos da existência.

Como surgiu a vida? São diversas teorias e suas possibilidades mais ou menos – ou nada – racionais e blábláblá....
...
Não queira entender tudo. Hoje não é possível. Amanhã quem sabe.

Execute o amor construtor dentro das suas possibilidades. Mas faça.

Um dia você, eu, todos nós, entre encontros e desencontros, estaremos reunidos em uma praça qualquer de alguma galáxia. Prontos para receber novas instruções e avançar para novos desafios.


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